Illustration of a male body.

Quero saber sobre hipogonadismo na infância

O hipogonadismo na infância pode afetar o crescimento e o desenvolvimento. Esta página explica os principais sintomas a ter em conta e quando procurar aconselhamento médico.

Possíveis tratamentos

O hipogonadismo pode começar em qualquer idade, mas afeta crianças pequenas, adolescentes do sexo masculino e homens de diferentes maneiras. O hipogonadismo não afeta frequentemente crianças pequenas e pode desaparecer com o tempo. No entanto, níveis baixos de hormonas durante a puberdade podem afetar o desenvolvimento sexual do corpo de um rapaz.

Rapazes adolescentes com hipogonadismo:

  • Poderão não apresentar as mudanças habituais que ocorrem quando uma criança se torna adulta (puberdade atrasada ou ausente), como não ter crescimento de pelos faciais ou não ter uma voz mais grave.
  • Poderão desenvolver seios, e os seus braços e pernas podem tornar-se muito longos e geralmente têm um tronco pequeno à medida que continuam a crescer.
  • Poderão ter testículos pequenos.
  • Poderão ter menos massa muscular e sentir-se mais fracos do que o habitual.
  • Poderão não apresentar os habituais surtos de crescimento.
  • Poderão ter pouca energia ou estar frequentemente muito cansados (fadiga).
  • Poderão ter menos interesse em atividade sexual.
  • Poderão ter dificuldades de aprendizagem ou problemas de concentração.
  • Poderão ter alterações de humor.

Na maioria das vezes, os atrasos no desenvolvimento são normais e geralmente melhoram por si próprios com o passar do tempo, mas podem ser difíceis emocional e socialmente.

Se acha que o seu filho pode ter hipogonadismo, especialmente quando há membros masculinos da família que tiveram hipogonadismo, entre em contacto com um médico que possa realizar testes e ajudá-lo a determinar os próximos passos. É compreensível sentir-se preocupado, mas obter a ajuda certa cedo pode fazer uma grande diferença na saúde e bem-estar dele. 

Este capítulo contém informações gerais sobre hipogonadismo masculino. Não é um substituto para aconselhamento médico profissional ou tratamento. Consulte sempre o seu médico ou prestador de cuidados de saúde para orientação sobre a sua situação médica individual.

Última atualização: setembro de 2025

Revisto por: 

  • Dr. Afonso Morgado (Grupo de Trabalho YAU Saúde Sexual e Reprodutiva)